Luiz M. Calegari

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APRENDIZAGEM 5 AGRUPAMENTO REGIONAL DAS UNIDADES FEDERADAS - Aprendizagem 5 - 7º Ano

IDH (ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO)
 

Desenvolvido pelo economista paquistanês Mahbud Ul Haq, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é utilizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento desde o ano de 1993; este índice utiliza certos critérios de avaliação (renda, longevidade e educação).

 

O IDH varia de 0 a 1, sendo considerados de baixo desenvolvimento os países que atingem menos de 0,499 pontos, de médio desenvolvimento os que possuem notas de 0,500 até 0,799, e de alto desenvolvimento os países que atingem pontuação superior a 0,800.

 

No critério educação, considera-se a taxa de alfabetização e a taxa de matrícula; no critério longevidade considera-se a expectativa de vida ao nascer; e no critério renda considera-se o PIB per capita (PIB total dividido pelo número de habitantes do país) medido em dólares.

 

No último relatório divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento em 2006, o Brasil ocupava a 69º posição, alcançando 0,792 pontos, Porém, devemos ressaltar que o IDH, apesar de ser um dos melhores parâmetros para avaliação das políticas públicas, não poderá ser considerado sozinho para medir o "desenvolvimento humano" de um país, pois este conceito é bastante subjetivo, afinal é necessário avaliar também diversos outros fatores que influenciam neste “desenvolvimento”, o Brasil, ocupa a oitava posição no ranking dos países com pior distribuição de renda em 2004.

http://www.infoescola.com/geografia/idh-indice-de-desenvolvimento-humano/

 

Considerando os mapas: Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, 2000 e 2010,

Podemos observar que nesse intervalo, houve um grande avanço no desenvolvimento humano registrado nos municípios brasileiros. Em 2000, a maioria dos municípios do país apresentava IDHM baixo ou muito baixo; em 2010, as categorias médio e alto foram predominantes.

O IDHM de um país como o Brasil, que tem um território muito grande, mostra com clareza as diferenças regionais, se houver. Nessa análise os mapas nos mostram que a maioria dos municípios que registraram IDHM baixo ou muito baixo em 2010 estão situados no Norte e no Nordeste do país, e que, portanto, as desigualdades persistem, apesar da melhora obtida neste período.
 

Até quase o final do século XX o fantasma MORTALIDADE INFANTIL rondava na maioria das regiões brasileiras, o desenvolvimento e acesso às novas tecnologias, políticas públicas, acesso à educação, campanhas de divulgação e esclarecimentos, melhorias do atendimento e acesso médico, conseguiu minimizar em parte esse drama, que, como o IDHM, ainda persiste em vários municípios brasileiros. As taxas de Mortalidade Infantil estão diretamente ligadas à qualidade de vida da população, quanto melhor for o acesso ao atendimento médico e as condições de saúde das mães, por exemplo, menores serão as taxas de mortalidade das crianças com até um ano de idade. É importante observarmos que quanto menor for esses coeficientes, a situação é mais satisfatória. Assim, a situação da unidade federada é melhor quanto menor for o seu coeficiente.

Um outro índice importante é o que a Tabela Índice de Analfabetismo – 2010 nos mostra. Sabemos que os índices estão classificados da seguinte forma:

-Boa: índice de 3,59 a 4,39; -Regular: índice de 6,13 a 12,85; -Ruim: índice de 16,21 a 18,19; -Péssima: índice de 20,44 a 23,64.  Aqui, quanto maior for a taxa, pior está aquela região com relação à Educação, apesar do ensino estar disponível para toda população brasileira, assim temos:

-Boa: Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Distrito Federal;

-Regular: Rondônia, Mato Grosso, Amapá, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, Tocantins, Pará, Roraima e Amazonas;

-Ruim: Ceará, Acre, Bahia, Sergipe, Rio Grande do Norte e Pernambuco;

-Péssima: Alagoas, Piauí, Paraíba e Maranhão; 

De acordo com a tabela podemos ver que as unidades federadas com as piores taxas de analfabetismo são: Alagoas e Piauí, e, com as melhores taxas, Santa Catarina e o Distrito Federal. Veja que, apesar de ser o estado de maior riqueza, São Paulo não está em primeiro lugar, ocupa a 4ª posição.

Se elaborarmos um mapa com esses dados veremos que as diferentes taxas entre as unidades federadas mostram que as piores se encontram na região Nordeste, seguidas de estados da Região Norte. Esses índices estão diretamente ligados ao desenvolvimento econômico, acesso à informação e tecnologias, hoje tão presentes para boa parte dos brasileiros.

Os dados das tabelas, os índices de IDH, mostram como era e como está o desenvolvimento, o bem-estar de nossa população. O Brasil tem 26 estados e o Distrito Federal, cada cum com seus problemas peculiares, níveis de desenvolvimento diferenciado, renda per capta que deveria ser o mais igualitária possível, está longe disso,  assim, observamos que alguns brasileiros tem muito e muitos brasileiros tem muito pouco, é o fenômeno da concentração de renda, que reflete nos índices que estudamos. A Região

Nordeste, primeira a receber os europeus, onde se iniciou a colonização, a que já foi a maior fonte de renda do Brasil, ainda está com um índice de desenvolvimento inferior às demais.  

Podemos afirmar que as desigualdades sociais ainda persistem em nosso país;

Que nos estados e municípios brasileiros a situação de desenvolvimento humano já foi bem pior do que está no momento;

Vejo também que até hoje em algumas regiões brasileiras a situação, mesmo que tenha melhorado ainda é muito ruim e que precisa melhorar urgentemente;

Infelizmente, o Nordeste do nosso Brasil ainda é o mais penalizado nessa situação, apresentando os menores índices de desenvolvimento humano o que deixa a população às margens de muitos recursos existentes em outras regiões que ajuda as pessoas terem uma vida mais saudável.
 

Fontes:

http://www.infoescola.com/geografia/idh-indice-de-desenvolvimento-humano/

 

caderno do Aluno Volume 1

Caderno do Professor Volume 1

Professor: Luiz Maximo Calegari

 

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