Luiz M. Calegari

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AS FONTES E AS FORMAS DE ENERGIA: A FONTE ENERGÉTICA DA VIDA –  Aprendizagem 5 8º Ano

O equipamento mostrado na Figura 15ª da página 32 do caderno do aluno monta-se utilizando um béquer de 600 mililitros, um funil e um tubo de ensaio. No fundo do béquer, protegida pelo funil, coloca-se uma planta ornamental bastante comum em aquários, a Elodea sp. No interior dos recipientes há água, à qual foi adicionada uma colher de sopa de bicarbonato de sódio. O tubo de ensaio completamente cheio no início do experimento e o conjunto iluminado por uma lâmpada de 150 W.

Depois de aproximadamente 60 minutos de iluminação, observam-se os resultados mostrados na Figura 15b, e observamos o processo de formação de bolhas cessa quando não há mais bicarbonato de sódio na água. essa ilustração nos mostra que é visível o aparecimento de bolhas no interior do funil, que se formaram a partir dos ramos da Elodea sp. e o tubo de ensaio – antes cheio até a boca – foi se esvaziando para dar lugar às bolhas que se formaram.

Neste fenômeno podemos afirmar que as Bolhas formadas no processo da fotossíntese são de gás oxigênio que é um produto da fotossíntese. Neste experimento foi utilizado a água e os tubos para que pudéssemos observar a formação do gás, na natureza o gás se dispersa na atmosfera.

Neste processo vimos que um dos vilões apontados como responsável pelo aquecimento global, ou efeito estufa, é o que nos na sobrevivência, responsável pela produção do oxigênio que tanto precisamos. Sabemos que as plantas absorvem o gás carbônico da atmosfera e libera o oxigênio com a incidência da Luz do sol. Aqui na experiência o gás carbônico necessário para a planta absorver e liberar o oxigênio foi obtido do bicarbonato de sódio dissolvido na água. Na natureza ele existe no ar em abundância, portanto o gás carbônico que usualmente condenamos nem é tão ruim assim.

Outro elemento natural tão essencial para a vida é o sol, sem ele também não haveria fotossíntese, quanto maior for a luminosidade mais intenso será este processo. A fotossíntese está associada a luminosidade do ambiente, por isso o sol é importante neste processo, você pode observar que as plantas que não recebem boa quantidade de luz solar crescem pouco ou quase nada. Na nossa experiência diminuindo a luz reduziríamos também a quantidade de bolhas de oxigênio.

Não está tão errado quando dizem que a Floresta Amazônica é o pulmão do mundo, veja, nosso pulmão é necessário para que seja feita a troca do gás carbônico que produzimos pelo oxigênio que respiramos. Aqui podemos relacionar a importância da Floresta Amazônica para o mundo. Quando a floresta absorve o carbono da atmosfera está havendo um sequestro de Carbono é a absorção do carbono da atmosfera para a planta e também está relacionado a qualidade do ar, mais carbono absorvido, mais oxigênio na atmosfera, quando é liberado no processo de fotossíntese. Mas tudo na natureza tem um ponto de equilíbrio.

Portanto, a composição da atmosfera é responsável na distribuição da vida na superfície terrestre. Sabemos que a fotossíntese permite retirar da atmosfera o gás carbônico, um dos gases que concorrem para o aquecimento global. Esta experiência nos mostrou até a gora que a iluminação, o gás carbônico a humidade, combinado são responsáveis pela produção de oxigênio, um gás essencial à vida, também que este processo é o responsável pelo desenvolvimento das plantas, assim, quando observamos a Terra como um todo percebemos que a luz solar não chega com a mesma intensidade em todas as regiões, quanto maior a latitude menor quantidade de luz, até chegar aos polos onde é mínima e isto influencia na produção da vida. A região equatorial, onde a luminosidade é máxima temos uma enorme diversidade biológica, nos polos é infinitamente menor. A fotossíntese fornece as substâncias e a energia de que as plantas precisam para crescer. Portanto, a fotossíntese está relacionada à produção de biomassa: formações mais produtivas de biomassa ocorrem em condições mais adequadas de realização da fotossíntese, ou seja, nas regiões mais iluminadas,

De acordo com as zonas climáticas podemos saber quais são os três ambientes mais produtivos da Terra, e os três menos produtivos. De maneira geral, as zonas mais iluminadas (tropicais) são mais produtivas em termos de biomassa, enquanto as menos iluminadas apresentam menos produtividade. Porém, para o desenvolvimento das plantas, também é fundamental a disponibilidade de água. Desse modo, um ambiente poderá estar localizado na zona tropical, mas não ser muito produtivo em termos de desenvolvimento de biomassa, como se verifica nos desertos e nas savanas. Como ambientes mais produtivos temos a floresta equatorial, o cerrado e a floresta temperada. Quanto aos ambientes menos produtivos, temos  a caatinga, os desertos e a vegetação mediterrânea.

A distribuição da vida no Planeta, conforme vimos até agora parece estar mais relacionada a luminosidade, mas, essa relação é parcialmente verdadeira. É certo que as áreas mais próximas da linha do Equador estão expostas à luz solar durante maior número de horas por ano, enquanto na proximidade dos polos, no período de inverno, os dias são mais curtos que as noites. Outro fator importante é a inclinação com que a luz solar alcança as diferentes zonas da Terra, não atingindo na mesma intensidade o solo polar e o tropical, porque é refletida em grande parte para o universo.

Porém, para o desenvolvimento das plantas, também é fundamental a disponibilidade de água. Dessa forma, o ambiente poderá estar localizado na zona tropical, mas não ser muito produtivo em termos de desenvolvimento de biomassa, como se verifica nos desertos e nas savanas. Por essa razão, temos que estar atentos na combinação de alguns fatores, como insolação (quantidade de luz solar), temperatura, precipitação (quantidade de chuvas) e quantidade de nutrientes, pode explicar por que algumas regiões do planeta são mais produtivas que outras – o que, no gráfico, é representado apenas pela PPL. Não adiante ter muito líquido e carência de luz, ou vice versa.

Não é somente na atmosfera que a fotossíntese é realizada, no gráfico da página 35 podemos perceber que as regiões de recifes e camadas de algas e de estuários respondem, juntas, por quase 80% da PPL dos ambientes aquáticos. Esta produtividade aqui constatada está relacionada à presença das algas, que realizam continuamente a fotossíntese. Além disso, no caso dos estuários, regiões que marcam as áreas nas quais um rio se junta ao mar, é grande a quantidade de nutrientes, em parte por conta das correntes de água doce e salgada.

Ciclo do nitrogênio conforme fluxograma da página 36 do caderno do aluno.

  • Fixação: Consiste na transformação do nitrogênio gasoso em substâncias aproveitáveis pelos seres vivos (amônia e nitrato). Os organismos responsáveis pela fixação são bactérias, retiram o nitrogênio do ar fazendo com que este reaja com o hidrogênio para formar amônia.  
    • Amonificação: Parte da amônia presente no solo, é originada pelo processo de fixação. A outra é proveniente do processo de decomposição das proteínas e outros resíduos nitrogenados, contidos na matéria orgânica morta e nas excretas. Decomposição ou amonificação é realizada por bactérias e fungos. 
    • Nitrificação: É o nome dado ao processo de conversão da amônia em nitratos.
    • Desnitrificação: As bactérias desnitrificantes (como, por exemplo, a Pseudomonas denitrificans), são capazes de converter os nitratos em nitrogênios molecular, que volta a atmosfera fechando o ciclo. 

http://www.sobiologia.com.br/conteudos/bio_ecologia/ecologia26_1.php

 

No ciclo do Carbono temos os seguintes elementos e processos:

-Elementos: carbono, terra, seres vivos, ar, água, rochas.

-Processos: fotossíntese, queimadas de florestas, erupção vulcânica, respiração dos seres vivos.

No texto sobre a matriz energética brasileira da página 38 o autor faz uma relação de nossas fontes de energia e a emissão de carbono na atmosfera pelo controle na produção de energia primária. De acordo com ele, essa não seria a medida prioritária, pois a matriz energética brasileira apresenta expressiva participação de fontes renováveis, além do incentivo ao uso de energias alternativas, como o biodiesel. A maior parte das emissões de carbono do país é proveniente do desmatamento da Amazônia, que precisa ser controlado de maneira mais firme.

Neste capítulo aprendemos a importância da Luz, do gás carbônico e da umidade para que seja realizada a fotossíntese, permitindo que as plantas cresçam e o oxigênio seja abundante na atmosfera. Também a importância da vegetação, das florestas na absorção der gás carbônico da atmosfera, estabelecendo um equilíbrio ambiental para o pleno desenvolvimento da vida.

Fontes:

Caderno do Aluno 1º Semestre

Caderno do Professor 1º Semestre

Professor:

Luiz Maximo Calegari

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