Luiz M. Calegari

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  Roteiro de estudo e observação do percurso e da cidade de Paranapiacaba

Como chegar em Paranapiacaba partindo do centro de São Paulo e seguindo pela Via Anchieta

HISTÓRIA DO PERCURSO - No dia 15 de outubro de 2011, o grupo formado por professores de Geografia e História, do qual eu, LUIZ MAXIMO CALEGARI, fiz parte, saiu em direção a cidade de Paranapiacaba, partindo da Diretoria de Ensino da Região Centro, para trabalhos de estudos sobre urbanização.

No inicio de nossa jornada, apesar de estarmos em pleno centro da capital paulista, a paisagem se modifica ao nosso olhar a todo instante, fator plenamente previsível, uma vez que o espaço geográfico que fomos percorrendo está repleto de atividades antrópicas, oriundas dos mais diversos fatores como o: social, econômico, cultural e político, entre outros. Um percurso imensamente rico para estudos, mesmo que num olhar de relance a partir do interior do ônibus, observamos quanto é poderosa a força do homem, mesmo frente ao gigante chamado natureza. Foi possível observar, inclusive, o que ocorreu em tempos históricos como: edificações comerciais, residenciais e públicas construídas no inicio e até mesmo antes do século passado, ao lado de edifícios, mansões, vias e viadutos modernos. Observei também que apesar da grande capacidade que o homem tem de construir, também destrói, faz desaparecer elementos históricos e a própria história, quando ela está registrada in-locus, e não nos livros, sendo este o maior problema que as atividades do homem provoca e que somente num trabalho de minuciosa observação é possível detectar.

O Brasil é um país de dimensões continentais, contempla uma variedade imensa de climas (conjunto de elementos atmosféricos que ocorrem na atmosfera da Terra), conseqüentes, em parte, pela latitude. Passam pelo país duas linhas imaginárias importantes, a Linha do Equador e o Trópico de Capricórnio, mas não é preciso percorrer grandes distâncias para se perceber as mudanças atmosféricas. Na nossa partida tínhamos um tempo bom (tempo meteorológico é o tempo atualnaquele momento), agradável para viajar, mas ao chegarmos nas proximidades de Paranapiacaba tudo mudou, parecia estarmos em algum local da Europa, a proximidade da montanha, seus morros e vales, mais a variação do tempo que ocorreu, dava a impressão de estar num bairro de Londres num dia daqueles nevoeiros memoráveis e ao mesmo tempo tão comuns na capital inglesa.

 

 Parte alta de Paranapiacaba em frente a igreja

 

Fotos Francisco pedroso

 

A chegada na cidade, na parte alta, no estacionamento, nem parecia estarmos em uma cidade, dava a impressão de estarmos a beira de abismos escondidos na neblina que tudo cobria. Do alto relevo, que cerca a cidade, em alguns momentos só vultos esmaecidos podiam ser observados, mas mesmo assim raramente, a visibilidade as vezes não passava dos 20 metros, chuviscava, tinha nevoeiro e um ventinho que teimava em dificultar tudo e ao mesmo tempo instigava o grupo a continuar na sua caminhada, que de inicio foi de muita dificuldade nas ruas de calçamentos centenários e escorregadiços. Passamos por ruas muito estreitas, curvas que carros não fazem sem manobras, pontes centenárias com ferragens e madeira carcomidas que parecem se manterem eretas por milagre, o som das locomotivas no fundo do vale pareciam ser de monstros que surgiriam das profundezas a qualquer momento.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fotos de Francisco Pedroso

 Nessa foto, eu Luiz Maximo Calegari, no meio a NeuzacCoordenadora na Fundação Casa, e a da direita a professora Janaina.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seguindo adiante passamos por diversas ruas onde construções residenciais e comerciais, envoltas por uma sómbria e ao mesmo tempo romântica neblina, contam a história daquele lugar fascinante chamado Paranapiacaba, seja num

radiante dia de sol, num entardecer bucólico ou num dia londrino como aquele, que a cidade tão bem representou.

 

Nessa foto, outros participantes de nossa jornada. A pessoa que está no centros dos dois em destaque é o chefe de nossa caravana, organizador do curso que fizemos que finalizou neste dia em Paranapiacaba.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Foto de Francisco pedroso

Paranapiacaba é uma região de riquezas naturais e históricas, a Mata Atlântica que a circunda possui um rico acervo da flora e fauna brasileira. O modelo de urbanização utilizado na vila, coloca-a praticamente como única. É um lugar cheio de encantamentos e tem o privilégio de localizar-se bem próxima a um grandioso centro industrial e financeiro, a capital paulista.

 

Paranapiacaba é um verdadeiro museu vivo e a céu aberto, toda a infra estrutura, cada construção, ruas ou pontes e mesmo um simples poste ou placa indicativa, conta um pedacinho da história que envolve a vila.; As construções com padrões ingleses, o local escolhido e a neblina que chega sem avisar e mansamente, nos faz viajar ao passado e fazer um contra ponto com todo o desenvolvimento que a região viveu nestes últimos cem anos. Pequenina e ao mesmo tempo grandiosa, Paranapiacaba não perdeu a majestade e nem o fim a que se propôs em sua inauguração no século XIX, atendia plenamente seus objetivos naquele tempo, atende os de agora, foi a passagem de grande parte da riqueza econômica brasileira e agora passa por um período de grande riqueza cultural.

Professor Luiz Maximo Calegari

Paranapiacaba é um distrito do município de Santo André, Estado de São Paulo. Surgiu como centro de controle operacional e resid~encia para os funcionários da companhia inglesa de trens São Paulo Railway, estrada de ferro que possibilitava o transporte de cargas e pessoas do interior paulista para o porto e cidade de Santos e de Santos para São Paulo e interior.

 

A São Paulo Railway inaugurou sua linha férrea em 1º de janeiro de 1867. Ela primeiramente serviu como transporte de passageiros de Santos a São Paulo e Jundiaí, também serviu como escoamento da produção de café da província paulista para o Porto de Santos. Em 1874, é inaugurada a Estação do Alto da Serra, que mais tarde seria denominada Paranapiacaba.

No ano de 1898, é erguida uma nova estação com madeira, ferro e telhas francesas trazidos da Inglaterra. Esta estação tinha como característica principal o grande relógio fabricado pela Johnny Walker Benson, de Londres, que se destacava no meio da neblina, muito comum naquela região.

Foto de Francisco Pedroso

Pátio ferroviário de Paranapiacaba - http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:P%C3%A1tio_Ferrovi%C3%A1rio.jpg   Com o aumento do volume e peso da carga transportada, foi iniciada em 1896 a duplicação da linha férrea, paralela à primeira, a fim de atender à crescente demanda. Essa nova linha, também denominada de Serra Nova, era formada por 5 planos inclinados e 5 patamares, criando um novo sistema funicular. Os assim chamados novos planos inclinados atravessavam 11 túneis em plena rocha, enfrentando o desnível de 796 metros que se iniciava no sopé da serra, em Piaçagüera, no município de Cubatão. O traçado da ferrovia foi retificado e suavizado e ampliaram-se os edifícios operacionais. A inauguração deu-se em 28 de dezembro de 1901.

 

A primeira estação foi desativada e reutilizada, posteriormente, como cooperativa dos planos inclinados. A 15 de julho de 1945, a Estação do Alto da Serra passa a se denominar Estação de Paranapiacaba. A 13 de outubro de 1946, a São Paulo Railway foi encampada pela União, criando-se a Estrada de Ferro Santos-Jundiaí. Somente em 1950 a rede passa a unir-se à Rede Ferroviária Federal.

 

Em 1974, é inaugurada o sistema cremalheira aderência. No ano de 1977 a segunda estação foi desativada dando lugar à atual estação. O relógio é transferido do alto da estação anterior para a base de tijolo de barro atual. A 14 de janeiro de 1981, ocorreu um incêndio na antiga estação, destruindo-a completamente. O sistema funicular foi desativado em 1982. Em 2010 o Correio faz lançamento de selo postal ostentando o patrimônio ferroviário de Paranapiacaba.

 

 

 

 

 

Igreja Bom Jesus de Paranapiacaba - http://programaboom.blogspot.com/2009/02/paranapiacaba-uma-vila-ferroviaria.html

 

principal marco referencial  na paisagem da Parte  Alta, a  Igreja Bom  Jesus  de Paranapiacaba, foi construída por volta de 1889.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Circuito

A Vila mantém até hoje as características do planejamento urbano e dos projetos arquitetônicos originais ingleses, e sua paisagem é constantemente modificada pela neblina que cobre o local, lembrando o famoso “fog” inglês. Dentro de uma concepção de “museu a céu aberto”, o visitante poderá percorrer o sítio histórico de Paranapiacaba reconhecer as belezas da paisagem cultural local e também poderá visitar algumas de suas principais edificações, conjunto que compõe o Circuito Museológico de Paranapiacaba.

Relógio da Estação - http://pt.wikipedia.org/wiki/Paranapiacaba

A torre de relógio foi erguida em meados de 1898 e tem como grande característica o grande relógio da marca Johnny Walker, de Londres. Suas badaladas regulavam os horários dos trens e a entrada e saída dos funcionários da ferrovia. Trata-se do único monumento que restou após o incêndio da estação de trem de Paranapiacaba. A construção foi restaurada em 2003. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Museu Tecnológico Ferroviário - http://pt.wikipedia.org/wiki/Paranapiacaba

Local onde originalmente funcionavam as máquinas fixas do quinto patamar da segunda linha que tracionavam os trens no percurso íngreme do trajeto, agora abriga vagões, máquinas, objetos utilizados para manutenção de trens, e tenta contar um pouco da história da ferrovia na região.
A chamada "Serra Velha" inaugurada em 1867, foi o primeiro sistema funicular empregado para transpor a Serra do Mar.
O sistema funicular é composto por cinco patamares distribuídos pela Serra do Mar, sendo o 1º em Piaçaguera e o último na parada Alto da Serra, ou seja, Paranapiacaba.
Neste museu você verá como funcionava o sistema de tração, as máquinas, Maria-Fumaça e outras peças ferroviárias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Museu Castelinho http://guiadoviajante.com/149/paranapiacaba-sp/

Museu do castelo

Essa residência, também denominada de "Castelinho", situa-se entre a Vila Velha e a

Vila Martin Smith. Localizada no alto de uma colina, com uma excelente vista privilegiada para toda a vila ferroviária, foi construída por volta de 1897 para ser a residência do engenheiro-chefe, que gerenciava o tráfego de trens na subida e descida da Serra do Mar, o pátio de manobras, as oficinas e os funcionários residentes na vila.

Sua imponência simbolizava a liderança e a hieraquia que os ingleses impuseram a toda a vila, ela é avistada de qualquer ponto de Paranapiacaba.

Dizia-se que de suas janelas voltadas para todos os lados de Paranapiacaba, o engenheiro-chefe fiscalizava a vida de seus subordinados, não hesitando em demitir qualquer solteiro que estivesse nas imediações das casas dos funcionários casados.

No decorrer de mais de um século de uso, foram feitas várias reformas e tentativas de recuperação de seu aspecto original; as maiores reformulações foram realizadas nas décadas de 1950 e 1960.

Foi restaurado pela prefeitura de Santo André em parceria com a World Monuments Watch

Circuito

A Vila mantém até hoje as características do planejamento urbano e dos projetos arquitetônicos originais ingleses, e sua paisagem é constantemente modificada pela neblina que cobre o local, lembrando o famoso “fog” inglês. Dentro de uma concepção de “museu a céu aberto”, o visitante poderá percorrer o sítio histórico de Paranapiacaba reconhecer as belezas da paisagem cultural local e também poderá visitar algumas de suas principais edificações, conjunto que compõe o Circuito Museológico de Paranapiacaba.

 

Principal construção arquitetônica da parte baixa, o Castelinho foi restaurado em 2005. Do local o visitante tem uma visão completa da Vila, incluindo o Pátio Ferroviário. Edifício de grande valor arquitetônico, modelo único na Vila, construído em 1897 sobre uma elevação natural, em ponto estratégico do qual visualiza-se toda a Vila, representa a escala maior e, isolava engenheiro-residente do restante dos moradores, além de criar a possibilidade da fiscalização propriamente dita. Atualmente abriga peças da ferrovia e a memória social da vila. O Museu apresenta uma exposição permanente com acervo da casa do engenheiro-chefe da empresa SPR – São Paulo Railway Co. (mobiliário, quadros, relógios, etc.), uma maquete física de toda a Vila, cinco tótens instalados no piso superior com fotos da vista das janelas do Museu Castelo, aproveitando a posição estratégica da construção, e possui também banners distribuídos por todas as salas que contam a história da implantação da Vila Ferroviária.

  Clube União Lyra Serrano http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Clube_Uni%C3%A3o_Lira_Serrano.jpg

Importante edificação da Vila por suas qualidades arquitetônicas e comunitárias, esta foi uma das últimas construções inglesas, erguida por volta de 1936. Todo construído de madeira, com telhas francesas, mantendo as mesmas características originais da outras edificações, chama a atenção por sua ostentação e volumetria. Possui soluções espaciais bem diversificadas, como por exemplo, a transformação do salão principal em sala de cinema e quadra de esportes e salão de baile, com camarotes apropriados ao alto escalão da SPR. Possui ainda outras dependências, como sala de jogos. Esse clube é a união da Sociedade Recreativa Lira da Serra e do Serrano Atlético Clube. Atualmente é sede de diversos eventos da vila. O Clube Lyra, que foi restaurado em 2005 pela Prefeitura de Santo André, com o patrocínio da Petrobrás, possui atualmente uma exposição que aborda o patrimônio sócio-cultural, com um acervo de aproximadamente 400 troféus das décadas de 1920 a 1990, duas mesas de sinuca, mesas de gamão, e painéis fotográficos com imagens selecionadas e registradas a partir de eventos sociais e culturais no decorrer dos anos, e que expressam os costumes e a dinâmica da comunidade local.

 

 

 

 

 

 

 

Antigo Mercado

http://ostresmacacos.blogspot.com/2010/07/10-festival-de-inverno-de-paranapiacaba.html

O antigo mercado foi construído em 1899 para abrigar um empório de secos e molhados, e posteriormente, uma lanchonete. Após muitos anos fechado, foi restaurado pela Prefeitura de Santo André e tornou-se um centro multicultural. Com sua posição central privilegiada permite que os eventos realizados tenham um cenário charmoso na serra.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Centro de Documentação em Arquitetura e Urbanismo de Paranapiacaba 

Paranapiacaba, funciona em um conjunto de quatro residências casa tipo E, e abriga uma exposição permanente sobre formação urbana da Vila, seu patrimônio arquitetônico e a tecnologia construtiva em madeira. 
Uma linha do tempo localiza as principais fases da Vila, desde as primeiras, quando deixa de ser um acampamento e passa a ter casas em madeira distribuídas desordenadamente, até as últimas, com uma ocupação planejada, traçado ortogonal e tipologias residenciais construídas em série. Painéis e maquetes destrincham o sistema construtivo, quase todo em madeira, e as características arquitetônicas das diversas tipologias. O restauro das 4 casas, que ocorreu em 2007, é resultado de uma pesquisa realizada pelo Centro Universitário Fundação Santo André em parceria com a Prefeitura de Santo André e o Financiamento da Fundação Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

 

 

 

 

 Casa da Memória - http://casadamemoria.wordpress.com/

A casa da Memória é uma tipologia habitacional A, com tijolos e telhas francesas, construída entre 1897 e 1901, e restaurada pela Prefeitura de Santo André em 2003. 
Era uma casa de chefe de estação e será transformada em centro cultural que reunirá as memórias individuais e coletivas dos moradores da Vila de Paranapiacaba, articulando-as numa perspectiva de documentação audiovisual sistemática com bases tecnológicas. Será um espaço intermidiático e interdisciplinar, expositivo, educativo, contemporâneo e local de encontro para mostras, cursos, palestras, oficinas, apresentações, audições, projeções, assim como de um “Museu da Memória”, da paisagem humana da Vila. Será aberta à visitação ainda no primeiro semestre de 2008.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Centro de Visitantes do Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba-http://programaboom.blogspot.com/2009/02/paranapiacaba-uma-vila-ferroviaria.html

 Instalado em uma antiga casa de engenheiro, recuperada pela Prefeitura de Santo André em 2004, com o patrocínio da Petrobrás e o apoio do Instituto Ecoar para Cidadania. Este espaço conta com cinco salas (com maquete do parque, fotos, jogos interativos, etc.), exposições sobre flora (xiloteca, relativa a madeiras; e germoteca, relativa a sementes) e fauna (réplicas de aves e cobras), brinquedoteca temática (sobre meio ambiente), sala de vídeo/treinamento, além de oficina para cursos de reciclagem com papel e outros materiais. Além de um espaço para recepção dos turistas, o centro de visitantes do parque constitui-se em um importante suporte para as atividades relativas à educação ambiental e estudo do meio.                                          

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Campo de Futebol - http://programaboom.blogspot.com/2009/02/paranapiacaba-uma-vila-ferroviaria.html

Segundo relatos, em 1894 um funcionário da SPR jogou sua 1ª partida de futebol no Brasil. Seu nome, Charles Miller e, assim foi introduzida a paixão nacional em meio a uma vila inglesa na Serra do Mar. Este campo presenciou além da 1ª partida, várias outras do Serrano Atlético Clube contra times grandes como Santos, Corinthians, entre outros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Passeio de Maria-Fumaça - http://boanoticia.com/wp-content/uploads/2010/10/Feriado-de-Finados-em-Paranapiacaba.png

O passeio de Maria-Fumaça é outra atração para quem visita Paranapiacaba. A linha turística, operada pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), com apoio da Prefeitura e a MRS Logística, funciona aos sábados, domingos e feriados, percorrendo um trecho de um Km dentro da área do Museu Ferroviário.
A linha é composta por uma locomotiva a vapor inglesa Sharp-Stewart nº 10, de 1867, ano do início da operação da ferrovia em Paranapiacaba. Acoplado à locomotiva está o carro de passageiros de primeira classe em madeira de 1914, da SPR. O passeio faz parte do roteiro do Museu Funicular, também administrado pela ABPF.

Fontes Bibliográficas

Google imagens

http://www.etur.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=4397 (Ivone Cardoso – Osasco)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Paranapiacaba

http://www.paranapiacabaecotur.com/9painformacoespa.htm

Trabalho de pesquisas: Prof° Luiz Maximo Calegari

Licenciado em Geografia

 

São Paulo25 de outubro de 2011

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